Ponte da Barca
Ponte da Barca situa-se no coração do Alto Minho deve a sua cidade à “ barca” que fazia ligação entre duas margens do rio Lima.
Ponte da Barca, é uma vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados dos séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o Pelourinho, a Matriz dedicada a S. João Baptista com risco de Vila lobos. E ao lado de todo este espólio histórico-monumental, em plena harmonia de linhas e liberdade, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna.
Ponte da Barca turística, com as suas pesqueiras no Rio Lima (pesca da lampreia), possui ainda coutos de caça, desportos náuticos, praia fluvial, um bom equipamento de restauração e de animação hoteleira, artesanato, folclore e uma gastronomia de requinte: o presunto e a boroa de milho, as papas de sarrabulho, a chanfana de cabra à moda de Germil, a lampreia, o cabrito dos montados de Boivães e aquele branco colheita seleccionada, ou os famosos vinhos branco e tinto Terras da Nóbrega, da Adega Cooperativa, acompanhado sempre por um saber receber como ninguém, fazem de Ponte da Barca uma terra de eleição.
Rio Lima
O Lima é um rio internacional que nasce a uma altitude de 975 m no monte Talarino, na província de Ourense, na Galiza, Espanha. No seu percurso galego de 41 quilómetros, o rio é muitas vezes designado por nomes locais, como Talariño, Freixo ou Mourenzo, apesar da designação oficial galega ser Limia.
Entre em Portugal, próximo da Lindosa e passa por Ponte da Barca e Ponte de Lima, até desaguar no Oceano Atlântico perto de Viana do Castelo, depois de percorrer 108 quilómetros.
A mitologia e a geografia cruzaram-se em 138 a.C., quando o general Romano decidiu quebrar o mito, já que o rio impedia a progressão da sua campanha militar na região. Atravessou o Lima só e, do outro lado chamou os seus soldados um por um pelos seus nomes. Os soldados atravessaram o rio, sem medo, claudicando o mito do Lethes.
Igreja Matriz
Austera e imponente; reconstruída e ampliada nos sécs. XVI, XVII e XVIII; curioso relevo do baptismo de Cristo na fachada; interior de talha decorada e pintada.